Depois de muuuiiiito tempo sem escrever algo (e sem ler realmente um livro, com tempo, atenção e dedicação como deve ser!) fico feliz de poder voltar com um super livro!
O homem que não amava as mulheres caiu em minhas mãos por causa de seu título em inglês – the girl with the dragon tattoo – presente de um amigo muito querido.
Stieg conseguiu escrever um romance policial dramático que prende o leitor do começo ao fim, deixando depois de cada parágrafo a vontade de deixar o resto para depois e continuar lendo… Depois de terminar este, fui obrigada a encomendar os próximos dois.
A história faz parte de uma trilogia cult sueca – Millenium – onde é tratado um assunto muito complicado na Suécia – violência doméstica contra a mulher. No início de cada capítulo, Stieg inclui dados estatísticos que chocam.
Lisbeth Salander é uma menina diferente, com um passado complicado, mãe doente e com uma “doença” que muitos ficariam felizes em ter: Síndrome de Asperger. E um caso específico de autismo, onde a pessoa tem uma magnífica memória fotográfica e um super talento em entender esquemas e construções lógicas que para outras pessoas não fazem sequer sentido. Isso faz com que ela ache ligações em situações inusitadas e tenha muita afinidade com computadores.
Mikael Blomkvist é um jornalista policial-financeiro que critica e investiga a saúde econômica e financeira de polos multinacionais capitalistas, grandes empresas com grandes capitais.
A vida dos dois protagonistas se cruzam quando Mikael se envolve com os “problemas financeiros” de uma multinacional e Lisbeth começa a trabalhar para Dragan Armanskij. Ela investiga a vida de Mikael para o empresário Henrik Vanger, que acaba contratando-o para escrever a biografia da família Vanger e desvendar um velho mistério familiar: quem matou Harriet Vanger.
Quando Mikael descobre o que Lisbeth conseguiu descobrir sobre ele, contrata-a para ajudá-lo na busca por respostas.
E um livro que valeu cada hora dormida a menos =)
PS.: Eu assisti tambem o filme em inglês e valeu muito a pena, nao só a história foi muito bem contada, como a trilha sonora do Nine Inch Nails combinou com a história e os efeitos especiais parecem dignos de Lisbeth Salader.
Barbie

Eu devorei a trilogia. Gostei muito, principalmente porque a Suécia não é um país muito conhecido e fiquei empolgada em buscar mais informações sobre o país. O legal dos três livros é que o autor não perdeu o pique. Gostei muito mesmo. Mas fico receosa de assistir ao filme, porque sempre me decepciono.
abraços,
Tirene
Comentário por Tirene — 15/02/2012 @ 20:27 |